Os Projeto Estruturador ‘Conservação do Cerrado e Recuperação da Mata Atlântica', coordenado pelo IEF, faz parte do esforço do Governo de Minas para melhorar a qualidade ambiental do Estado concentrando recursos e equipamentos nas metas estabelecidas.
A meta é ampliar as áreas de vegetação nativa do Cerrado e da Mata Atlântica, recuperando 120 mil hectares até 2011. O trabalho será executado principalmente nas áreas de conexão entre os grandes maciços florestais dos biomas.
Ações para diminuir o desmatamento também serão executadas nos moldes do Projeto de Desenvolvimento Sustentável implementado em 2005 na região do rio Pandeiros, em Januária, no Norte de Minas. A região apresentava altíssimos índices de desmatamento, o que foi drasticamente reduzido. As comunidades da região receberam subsídios, equipamentos, insumos e assistência técnica para o desenvolvimento de atividades alternativas que minimizassem as ações predatórias
Unidades de Conservação
A criação e implantação de Unidades de Conservação é um dos componentes mais importantes do Projeto Estruturador, que prevê a criação de 400 mil hectares de áreas protegidas até 2011. A meta para 2008 é a criação de 80 mil hectares de novas UCs.
Os investimentos nos mecanismos de prevenção e combate a incêndios florestais nas áreas protegidas do Estado. Ele cita a ampliação do número de bases da Força-Tarefa Previncêndio, que realiza o trabalho de combate ao fogo nos meses mais secos do ano. Além de Curvelo e Januária, já operando, em 2008, a base de Viçosa diminuirá ainda mais o tempo de resposta do IEF, reduzindo as perdas em função do fogo.
Além dos recursos destinados às unidades de conservação, o IEF volta suas ações para as áreas protegidas de domínio privado. Diversos mecanismos de estímulo à conservação de áreas de reserva legal estão sendo criados para estimular os produtores rurais. A Reserva Legal é a área localizada no interior da propriedade e que deve ser equivalente a, no mínimo, 20% da área total, além de representativa do ambiente natural da região. A manutenção dessas áreas é necessária para garantir a conservação da biodiversidade e o abrigo e proteção da fauna e flora nativas.
Reflorestamento
A ampliação das áreas de reflorestamento em Minas envolve, além da ação do Estado, os setores produtivos e pequenos proprietários. A meta é estimular o plantio de cerca de 700 mil hectares até 2011 para auto-suprimento, o que contribui para a diminuição a pressão sobre as matas nativas.
O Projeto prevê estímulos à realização pesquisas sobre o uso de espécies nativas como alternativa ao plantio das espécies mais comuns: eucaliptos e pinus. Entre as espécies atualmente em estudo estão o Baru, o Vinhático e a Sucupira.


Programas e projetos






